As Bandeiras do Mundo
A partir de um espaço perdido no tempo e espaço, vejo com alma as bandeiras do mundo. De todos os lados fortes ventos sopravam. As bandeiras dançavam loucas às vergastadas dessa força que passava por tudo e tudo derrubava/rasgava/partia, transformava em pedaços/fragmentos e cinzas e também cinzas das cinzas. Ao meio dia, no meio do dia, muitas coisas aconteceram. As bandeiras pararam de obedecer ao vento que forte soprava/fustigava e penderam-se de vergonha pelo sucedido que evitado podia ter sido e de seguida, todas desceram e ficaram a meio pau e assim ficaram por muitos e muitos anos até o dia em que um canto das nuvens emanou e o sol acompanhou dando as boas vindas ao momento e as bandeiras sairam do meio pau e se hastearam solenemente assim saudando o novo começo e ao sabor desse vento dançaram exibindo alegremente todas as cores da terra. Quando será que acontecerá o momento da real evolução? As guerras passarem de moda? Numa época em que cidadãos do mundo conectados estão...